Mais de cem mortes de PMS no Rio em seis meses são números de guerra, analisa professor da Faculdade Mackenzie Rio

 

morte-de-pm-do-rioA Polícia Militar informou que, nos nove primeiros meses de 2016, 114 policiais militares foram mortos no estado do Rio e outros 556 foram baleados em serviço ou na hora da folga, mas sobreviveram. Os dados foram apresentados na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) que apura as causas de mortes e incapacitações de profissionais de segurança pública no Estado.

“Mais de cem mortes são números de guerra convencional. Não estamos contabilizando aqui as mortes de policiais civis cujas estatísticas não são tão precisas. Falta uma ação de inteligência que possa reduzir, a curto prazo, essa baixa no efetivo da segurança pública.  Além disso, é necessário um debate mais detalhado para discutir as causas já que a maioria das mortes aconteceu em dia de folga. Nesse caso, é preciso alertava para o ataque aos policiais ao deixar os quartéis, o porte de arma no dia de folga, reação a algum crime, entre outros”, explica o professor da Faculdade Mackenzie Rio, Newton de Oliveira.

 

 Newton de Oliveira é professor de Direito da Faculdade Presbiteriana Mackenzie Rio, especialista em segurança pública, com cursos em Israel, e foi coordenador consultor (líder pelo PNUD junto ao Ministério  da Justiça) da equipe que planejou a Segurança dos Jogos Pan-americanos do Rio. O professor está disponível para entrevista.

 

Sobre o Mackenzie
A Universidade Presbiteriana Mackenzie está entre as 100 melhores instituições de ensino da América Latina, segunda a pesquisa QS Quacquarelli Symonds University Rankings, uma organização internacional de pesquisa educacional, que avalia o desempenho de instituições de ensino médio, superior e pós-graduação.

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