Empresário bêbado que dirigia Ferrari tenta coagir PMs na Olegário Maciel (VÍDEO)

O empresário Marcos Alexandre Barros Rodrigues, de 51 anos, era seguido pelo filho dele, um jovem de 17 anos, que guiava um Porsche

ferrariboaO empresário Marcos Alexandre Barros Rodrigues, de 51 anos, foi preso na noite de sábado (16), suspeito de dirigir embriagado em zigue-zague pela Avenida Olegário Maciel, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Ele era seguido pelo filho dele, um jovem de 17 anos, que guiava um Porsche. Após a abordagem da polícia, o homem teria ameaçado os agentes.

De acordo com os policiais da 31º BPM (Recreio), o empresário, que dirigia uma Ferrari vermelha, teria tentado intimidar os agentes, dizendo que era amigo de políticos e de um ex-comandante geral de polícia. Ele afirmou ainda que tinha empresas de táxi aéreo, gráfica, consultoria e “até de policiais”. Como os PMs não se deixaram intimidar, ele os desacatou com palavrões.

“Tá me machucando essa algema. Tô te falando três vezes. Tá me machucando. Vai continuar assim? Ô, soldado! Soldado, vai continuar assim? Vai? (…) Vou prender essa algema apertada no seu pescoço. Tu vai ver”, afirmou Marcos para os policiais.

“Vou pegar para o resto da minha vida no seu pé, tô te falando, cara. Você não sabe quem eui sou, cara. Eu sou empresário, olha só, de aeroporto. Eu tenho táxi aéreo. Eu tenho empresa gráfica. Eu tenho empresa de consultoria, de policiais. De policiais, cara! Você vai ver para onde vou te mandar. Vou te mandar para o Amazonas”, ressaltou o Marcos Alexandre, em vídeo gravado durante a abordagem policial.

Segundo informações do G1, os PMs encaminharam o suspeito até a 16ª DP (Barra da Tijuca), onde o caso foi registrado. Em seguida, o coronel da Polícia Militar Marcelo Cesário apareceu para tentar convencer os policiais a liberar o empresário, mas não adiantou. O empresário foi autuado por dirigir embriagado, por entregar um veículo para uma pessoa não habilitada, desobediência, desacato e ameaça. Já o Cel. Marcelo Cesário, que tentou dar uma ‘carteirada’, vai responder por violação arbitrária, quando um servidor público se vale do cargo para defender interesses privados.

De acordo com a publicação, Marcos Alexandre Barros Rodrigues foi liberado após pagar uma fiança de R$ 20 mil.

 


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